19 abril 2009


“O justo, ainda morrendo, tem esperança” – Pv. 14.32

Aprove a Deus tomar para si, no dia 15/04/09, a vida do seu servo Presbítero Samuel.
Nesses seis anos em Largo da Paz, tive o privilégio de conhecê-lo. Como servo do Senhor estava sempre disposto na sua obra. Podia contar com ele em todas as ocasiões: auxiliando nos cultos de doutrina e oração, por exemplo. Na decoração do salão anexo, quando havia festividade. Fiz várias visitas com ele. Samuel era aquele que somava em prol da realização da obra do Senhor.
Estamos diante da realidade da vida - a morte!
Entramos no mundo perdendo e ganhando. Perdemos a proteção e o aconchego do útero, mas ganhamos à liberdade. Daí para frente são somas de perdas e ganhos. Os ganhos servem para aliviar as perdas. Por fim, perde-se a vida. Porém, aquele que foi justificado pelo sangue do Cordeiro, o perder a vida é ganhar o céu.
A morte não é o fim; é o começo da vida eterna; “é deixar o corpo e habitar com o Senhor” – 2Co. 5.8.
Hoje estamos sem ele. Deixa para nós um legado da sua fidelidade ao Senhor, a quem tem servido desde o dia que entregou sua vida a Jesus.
Rogamos ao Senhor, o autor da vida, que dá e tira quando lhe aprouver. Que Ele preencha o vazio e a saudade deixados pelo seu servo Samuel, no seio da sua família e na Igreja.
Resta-nos o consolo que em breve: “estaremos para sempre com o Senhor. Consolai-vos, pois, uns aos outros com estas palavras”, diz o apóstolo Paulo – 1Ts. 4.17-18.


Rev. João Fonseca.

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